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Sidhartha Gautama (mais tarde conhecido como “Bhudha”) nasceu há cerca de 2.500 anos, sendo o filho único do grande Rei Sudodana, de Kapilavastu – do norte da Índia – e da bela rainha Maya. Sidhartha foi um menino como outro qualquer, cheio de vida e energia. Por ser o príncipe herdeiro, recebeu a melhor educação possível na época. Era o melhor dentre os cavaleiros, excelente lutador e arqueiro e extremamente inteligente.

Ao crescer e ao ver tanta pobreza e sofrimento à sua volta (embora não fosse essa a sua realidade) interessou-se em descobrir a causa de todos os sofrimentos da vida.  Tornou-se contemplativo, foi perdendo, aos poucos, o interesse pelo desporto e pela política e, apesar do pedido do pai para que assumisse o trono, abandonou o belo palácio onde vivia, em busca da Verdade da Vida. Tinha, na altura, 29 anos.

Nos seis anos seguintes, percorreu todo o país procurando mestres e ensinamentos através dos quais pudesse resolver os muitos problemas da vida. Primeiro, foi aos brâmanes e tentou, através da sua filosofia, resolver os problemas dos seres humanos.

Depois estudou com um grupo de ascetas, adoptando a sua vida severa e contemplativa. E, assim, ele prosseguiu, durante seis anos, estudando todas as escolas de religião e filosofia; inutilmente, contudo, pois nenhuma daquelas escolas lhe oferecia uma resposta satisfatória.

Certo dia, depois de banhar-se nas águas do Nairanjana, sentou-se sob uma figueira e ficando sereno e em silêncio, começou a meditar. Ali, após todos aqueles anos de observação e experiência, finalmente descobriu a verdade, alcançou a iluminação e chamou a si mesmo de Bhudha . Tinha então 35 anos. Até aquele momento, o príncipe Sidhartha não era Bhudha.

“Bhudha” não é um nome pessoal. É um termo em sânscrito que significa “O Iluminado”. Ao contrário do que muita gente pensa, Bhudha não foi uma divindade, nem qualquer espécie de Deus, nem um Profeta, como acontece em muitas outras religiões. Bhudha foi um homem que encontrou a sua verdade e iluminação. A sua filosofia de Vida ficou conhecida como o Budismo – o Caminho da Iluminação.

Bhudha viveu até os 80 anos e durante 45 anos, ensinou, aos seus discípulos, o caminho de vida que ele próprio encontrara. Foi um filósofo, psicólogo e líder espiritual prático e realista. Foi o primeiro a negar o sistema de castas, dizendo que um homem deve ser julgado por suas qualidades e não pelas condições do seu nascimento.

Portanto, contra o forte conformismo da sua época, foi corajoso o bastante para denunciar o rígido sistema de castas da Índia. Foi contra os complexos rituais religiosos daquele tempo; aboliu os conceitos antropomórficos e não acreditava na idéia dualística de um eu ou alma independente, enquanto entidade separada. Descobriu e ensinou que todas as coisas estão relacionadas umas às outras pela Lei de Causa e Efeito.

Bhudha, após o seu processo de iluminação, percebeu que a maior fonte de sofrimento do Ser Humano é a Ignorância – sobre a Essência da Vida e sobre Si mesmo e defendeu que o caminho para a iluminação do Ser é o Auto-Conhecimento, que levará à Auto-Aceitação e Aceitação do outro.

Uma pessoa precisa de saber o que ela é antes de poder fazer alguma coisa para alcançar a paz, a felicidade ou a liberdade. Muitas pessoas pensam saber o que são, mas devemos lembrar que o “eu” de ontem não é o “eu” de hoje nem o “eu” de amanhã. Estamos continuamente a mudar, assim como a Vida, a Natureza e o Universo.

Não existe nada imutável no Universo, então, porque seria o Homem imutável, se ele faz parte deste Universo e está ligado a tudo à sua volta? Esta é a doutrina do “não-eu”. O que “eu sou” é o somatório de outras coisas e pessoas.

Não existe um eu – ou alma imutável e eterno. Isto não significa a negação da individualidade. Bhudha enfatizou a singularidade e a importância do indivíduo. “Seja você mesmo” é o ensinamento importante do budismo. Porém, não devemos apegar-nos nunca ao conceito de um eu imutável.

O ensinamento Budista não é teológico nem metafísico. Bhudha não especulava sobre o incognoscível, tal como um insondável começo ou fim. Ele acreditava que não há começo nem fim na eternidade. Ele não conceituou a eternidade.

Para Bhudha, eternidade era o tempo Presente, o Agora e acreditava que o momento presente inclui o passado eterno e o eterno futuro. Bhudha estava, portanto, interessado no presente e defendia que existem muitos problemas urgentes e prementes exactamente aqui e agora na nossa vida. Resolver os problemas presentes é também resolver os problemas passados e futuros.

Os ensinamentos de Buda surgem a partir das suas próprias observações e experiências na vida neste mundo, tendo estes ficado subdivididos nos seguintes princípios:

O Entendimento Correcto, que significa entender cabalmente as quatro nobres verdades, acreditar e respeitar a Lei da Causa e Efeito e não ser enganado pelas aparências e pelos desejos;

O Julgamento Correcto, que é a decisão de não ser ganancioso, de não ser irritadiço e de não perpetuar actos nocivos;

A Palavra Correcta, que significa evitar toda e qualquer palavra, tanto escrita como falada, que leve a falsidades e que sejam inúteis, abusivas e ambíguas;

A Acção Correcta, que significa não destruir vida alguma, tanto racional como irracional, não cometer crimes de espécie alguma e levar uma vida regrada;

O Modo de Vida Correcto, que compreende evitar uma vivência que comprometa a idoneidade do ser humano;

O Esforço Correcto é dar o melhor de si, sempre, com diligência, para a realização de boas e nobres ações;

A Serenidade Correta ou Atenção Correcta, que implica manter a mente pura, atenta e serena, através da Meditação;

A Meditação Correcta, que significa manter a mente sempre serena e tranquila, procurando, constantemente, compreender a essência dos factos e das coisas.

Os frequentes mal-entendidos e a falta de compreensão na vida pessoal e social, mostram o quanto precisamos de compreensão na nossa vida. Precisamos de uma correcta compreensão das coisas, dos eventos e dos relacionamentos, bem como da própria vida, a fim de podermos superar os muitos problemas causados pela nossa ignorância.

O Sentido desse “correto”, conforme usado ao longo da Senda Óctupla, é muito importante. Não se trata de certo em contraposição a errado. Trata-se de correcto no sentido absoluto, não num sentido moral e relativo. Para Bhudha existe apenas o correcto.

A ocupação correta significa o trabalho ao qual uma pessoa pode dedicar toda a sua vida. Muitas pessoas acham que o trabalho é apenas um meio de “ganhar a vida”. Escolhem um emprego por causa do salário, do prestígio ou porque é fácil.

Porém, ocupação correcta significa a própria vida. Todo o trabalho é nobre e correcto se for o trabalho da vida de uma pessoa. A vida com dedicação é a ocupação correta e a ocupação não-correcta traz contínuos problemas e sofrimentos para nós e para os outros.

Bhudha via o mundo em que vivemos como uma mudança contínua. Uma das suas grandes lições foi que todas as coisas mudam, nada é permanente. Todas as coisas materiais, ideais, de caráter e personalidade, princípios morais, culturas, condições económicas, situações políticas e tudo o que existe está em constante mudança.

Por causa dessa contínua mudança de todas as coisas, constantemente precisamos de enfrentar novas situações e isto cria muitos problemas e, com frequência, sofrimentos.

A ignorância é a causa de todos os problemas e sofrimentos. A ignorância sobre nós mesmos é a maior de todas as ignorâncias. O primeiro ensinamento de Bhudha na busca do caminho foi: antes de tudo, conheça a si mesmo. Sócrates devotou toda a sua vida ao princípio de “conhece-te a ti mesmo” e Bhudha ensinou o mesmo caminho.

Todos os ensinamentos de Bhudha apontam para a imediação, a espontaneidade, o desapego, a não-dualidade e a unidade da vida. Embora Bhudha tenha nascido há 2.500 anos, na Índia, os seus ensinamentos e filosofia de vida continuam vivos até hoje.

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O Feng Shui é uma ciência milenar chinesa que estuda os efeitos das energias do ambiente, natural e construído, sobre as pessoas, a sua saúde, os seus relacionamentos e a sua prosperidade.

O estudo do Feng Shui permite-nos manipular o nosso ambiente e escolhermos e posicionarmos corretamente objectos à nossa volta para que possamos beneficiar-nos do fluxo das energias geradas pelo Universo, pela Terra e pelas construções.

Estátuas de Bhudha nos nossos espaços podem ajudar a activar as qualidades de serenidade, auto-aceitação e sabedoria, podendo também ser usadas para criar um altar de meditação e onde poderá encontrar o seu centro e a sua paz interior.

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